Um toque…

15 15UTC Novembro 15UTC 2009

inglês para animar este domingo (tão sem graça, pelo menos para mim)! :P

Animar e dar um toque também de romantismo…

E por falar em romantismo, este blog está muito romântico! Não sei o que há! Posts falando de amor, de casamento, músicas românticas… muito docinho por aqui! Eu nem sou tão romântica assim… :D

(Take That -  Back For Good - Londres, 2007)

(Take That – How Deep Is Your Love – City of Manchester Stadium, 2006)

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

(Shania Twain – You’re still the one)

Um pouquinho só da Woolf…

7 07UTC Novembro 07UTC 2009

As ilusões são para a alma o que a atmosfera é para a terra. Retirai esse brando ar e a planta morre, a cor empalidece. A terra por onde caminhamos é um ardente rescaldo. É marga o que pisamos, e seixos de fogo queimam os nosso pés. Somos desfeitos pela verdade. A vida é um sonho. É o despertar que nos mata. Quem nos rouba os sonhos rouba-nos a vida.

(Virginia Woolf – Orlando)

 

Para a , que tem a Virginia Woolf como a sua preferida…

Hanson

6 06UTC Novembro 06UTC 2009

hanson

Hanson – MMMBop

Hanson – I Will Come To You

 

Só para relembrar a minha  pré-adolescência! Hoje, ao conversar com o meu sobrinho mais velho [que tem quase 13 aninhos], confessei que quando tinha mais ou menos a idade dele [um pouco mais nova, uns 10, 11 anos], eu gostava dos Hanson! Ah, e o meu Hanson preferido era o Taylor! E juro, era bem gostoso ir para o colégio ouvindo as baladinhas dos Hanson! :D É evidente que até hoje agradeço a Deus por ter me dado irmãos mais velhos com gostos musicais excelentes! Logo depois, aprendi [fui totalmente influenciada] a gostar de The Doors, Beatles, Legião, etc…

Ok, nunca pensei confessar isso e muito menos deixar aqui registrado, mas até que eles não eram tão ruins assim… Eu achva muito mais “horrível” gostar, por exemplo, das Spice Girls ou até mesmo das Chiquititas [ah, como aquelas órfãs eram chatas, meu Deus!].

Bye,bye! Boa semana! 

 

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Casamento

1 01UTC Novembro 01UTC 2009

marilyn_monroe_arthur_miller_1956É lugar-comum pensarmos nos efeitos (positivos ou negativos) que algum momento, evento e/ou até mesmo uma cena de cinema provoca na pessoas, não? Menos aparentes, porém, são os efeitos de contágio que uma atitude solidária ou um gesto de carinho também produzem. Pense nisso: um sorriso, um abraço, um ato de atenção, cria inúmeras reverberações no universo que nos cerca. Quer um conselho? Experimente escrever sobre os momentos de alegria “contagiante” que você já viveu ou quer viver. Hoje eu vou escrever sobre casamento, aliás, sobre o casamento da minha irmã.

Estou feliz, muito feliz! Me sinto como se eu estivesse no final da novela das oito daquelas do tipo do Manoel Carlos, saca?! Cheguei faz pouco da festa de casamento da minha irmã… E cheguei contagiada! Foi uma cerinômina simples, mas repleta de alegria, de amor. Não tinha como não se contagiar, entende? Ah, e estou muito feliz pela minha irmã, sei que um dos grandes sonhos dela era casar. Engraçado que antigamente ela desejava um casamento todo pomposo e tal, e no final das contas, a cerimônia se concretizou em um almoço de domingo somente para os familiares e amigos mais íntimos. E foi lindo, sinceramente. Aí pensei: como as nossas perspectivas sobre algo muda, não é mesmo?! Até uns sete anos atrás, pelo menos assim acredito, minha irmã jamais aceitaria se casar se não fosse em grande estilo! Mas como diz a minha mãe: “para tudo na vida tem uma hora certa”… Ok, só não podemos perder a hora! [tudo bem, o trocadilho é péssimo, mas o recado foi dado! ;) ].

Casamento-no-campo-720672Não tenho e nem nunca tive a vontade de me casar de branco, com véu, Igreja, cartório, recepção, buffet, violinos de gala… Aliás, teve uma época da minha vida que eu tinha pavor de pensar que um dia eu viesse a me casar! Mas dia desses, acompanhando os preparativos para o casamento da minha mana, me esforcei para entender o motivo disso tudo, afinal, é um momento único, ou pelo menos deveria ser. Deixei o meu lado crítico e castrador de lado e até imaginei o meu casamento: de manhã bem cedinho, em um lugar aberto, ao ar livre, todo verdinho e florido [não poderão faltar as minhas preferidas: copos de leite, as rosas, as tulipas, os lírios, a boca de leão e orquídeas] efeitado com um céu todo azul, um vestido reto, “estilo romântico” e todo branquinho [para "transmitir", simbolizar a paz], nada de véu e nada de maquiagem muito “pesada”! Quero tudo muito natural… Minha família e meus melhores amigos todos reunidos… Ah, nada de música clássica ou orquestrada [quem diria, não? Eu que tive uma educação toda erudita, era para sonhar com uma orquestra em meu casamnto!], basta uma fita com a trilha sonora do casal! A festa? Nada formal, sem muitas regras, porém bem delicada. Serveria um coquetel, champagne e o tal do brunch, que é uma mistura de café da manhã com almoço: com sucos, chás, cafés, chocolates, salada de frutas, pães, bolos, sanduíches, tortas doces e salgadas, sobremesas… Ok, depois dessa confidência, me sinto até mortal depois disso! Yes, já tenho um sonho de me casar de branco!

Com festa ou sem festa, o ato de se casar, para mim, é muito bonito. Como cantava Tom Jobim: “É impossível ser feliz sozinho…”. Uma vez me perguntaram se eu acredito em alma gêmea. Confesso que sim. Como a gente sabe quem é a pessoa? Acredito que o coração tenha certeza do que quer e quando quer [pelo menos assim espero]. Que seja calma [mas não morno], nada muito trabalhoso, exaustivo… Ah, acho que a minha “alma gêmea” não é muito parecida comigo, sempre creio que as diferenças tornam tudo mais gostoso… E não quero um “feliz para sempre” com pontinhos brilhantes em tom prateado como nos contos de fadas, quero a realidade, um dia-a-dia e a dificuldade de fazer da rotina uma experiência linda! E para isso, tem que ser muito mais do que uma “gata borralheira”! ;)

 

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Na 1ª foto: a atriz Marilyn Monroe e o marido Arthur Miller, em 1956.

Dia das bruxas

31 31UTC Outubro 31UTC 2009

Elizabeth Montgomery

(Elizabeth Montgomery como Samantha – 60’s)
 

E quem disse que as bruxas têm que ser feias, narigudas, cheias de verrugas e más, não é mesmo, Sam?!

 

Para todas as bruxas que há em nós, um desejo: que em nossas vidas nunca falte magia, mistérios e travessuras bem sucedidas! ;)

 

 

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Lindo, não?!

29 29UTC Outubro 29UTC 2009

pinguim
Ai, que fofo!

 

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Ora, pois…

28 28UTC Outubro 28UTC 2009

Por quê voltar a blogar? Ter um novo blog para quê?!

A reposta para ambas as perguntas é simples, curta e grossa: PORQUE EU ADORO BLOGS!

i_love_my_blog

A me disse esses dias que cada blog tem uma energia especial (mais ou menos isso que ela quis dizer, não me recordo exatamente as palavras que ela usou). E tenho que concordar. Nenhum blog é igual ao outro, por mais que o autor seja o mesmo. Tal constatação pode soar como algo trivial [e realmente é], mas é interessante pensar sobre o assunto. Desde os meus quinze anos que blogo. Os blogs mais recentes que tive foram: Blue Sky (o meu preferido), Hiper Urânio e Café Confidências. Subjetivamente, cada um deles foram especiais para mim por motivos específicos, os criei em momentos diferentes da minha vida, e talvez seja esta a razão que os diferenciam uns dos outros. Cada blog tem a sua própria natureza [e parace-me ser inevitável não concordar com isso], ainda mais blogs tidos como blogs pessoais, que tratam [retratam] a vida de seu autor, afinal, cada experiência que temos em nossa vida [e por mais semelhante que seja com outra experiência vivenciada no passado] é única e a forma com que iremos registrá-la também será única: um amor não é como o outro, as viagens nunca são as mesmas, os nossos sonhos, desejos e expectativas também nunca são os mesmos, nem uma dor de dente sentida hoje, nunca será como a dor de dente do  ano retrasado. Enfim, pode ser clichê, mas nunca somos os mesmos, somos afetados o tempo todo, a vida parace que nos obriga a mudar constantemente. Parace que agora entendo mais ou menos um pouquinho o que o Dr. Freud quis dizer com a tal teoria da pulsão, o “impulso de respirar”, de querer, de desejar, parece que sem este “mecanismo” psíquico, a vida não tem força, não tem excitação, não tem satisfação, não tem cor…

Ok, mas vou deixar o Freud de lado, afinal, quem sou eu para falar de Psicanálise?! Uma coisa é certa: eu sempre gostei de blogs, sempre gostei de blogar. Não, não gosto de me aparecer. Quem me conhece sabe que aparecer não é meu forte.  Nunca quis escancarar toda a minha vida pela web, mas respeito os mais diversos tipos de blogueiros e até invejo aquele que tem certa “ousadia expositiva”. Neste ponto, nunca fui ousada. Meus blogs jamais se enquadraram nos chamados showbiz, não crio blogs para fazer striptease existencial, muito menos para bancar a pseudo intelectual mal resolvida e frustrada, nem para dar uma de juíza do mundo e ditar o que é certo e errado ou impor as minhas opiniões e ideias, e muito menos para bancar a adolescentoide deslumbrada, alienada e patética. Não crio um blog tendo em vista que ele seja popular, recheado de comentários, etc. [não sou tão narcisista assim]. Nada disso. Me contento e já fico hiper feliz apenas com as visitas dos amigos (virtuais e não-virtuais) e dos poucos simpatizantes…

Eu tenho um blog, simplesmente porque eu gosto, porque me dá prazer, porque às vezes é ele que me salva do tédio e/ou que me faz companhia nas noites de insônia, porque acho bacana esse lance de ter um espaço para escrever e assim compartilhar com o mundo tudo o que você quiser… E como bem disse a minha querida Lispector: enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, continuarei a escrever

Sei lá, talvez blogar seja uma forma de existir [ou uma espécie de "entificação do ser", diria Heidegger! :P ], só que em um mundo virtual, o que é para nós [homens do "pós-moderno"] apenas um mero detalhe!

Qual será a energia deste novo blog?! Não sei, só sei que espero boas vibrações! ;)

 

P.S.: People, as caixas dos comentários dos posts estarão fechadas durante um tempo [indeterminado].

 

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France

27 27UTC Outubro 27UTC 2009

Mais um pouquinho da voz e beleza de Tiê…

(Tiê – Aula de Francês)

(Thiago Pethit e Tiê – Essa Canção Francesa)

Eu sei.

26 26UTC Outubro 26UTC 2009

(Tiê – Assinado Eu)

E concluo: a gente segue a direção
Que o nosso próprio coração mandar…

Será que sempre obedecemos ao nosso coração?!

E se seguimos as orientações dele, será que devemos nos curvar sempre aos seus desejos?

Eis a minha reflexão da semana…

 

Muitas vezes em minha vida, em situações mais diversas possíveis…

Não segui o meu coração. (…) o que tiver mais coração, eu sigo…, escreveu Caio Fernando Abreu…

Eu nem sempre segui…

E ainda sofro por isso.

Será que o meu coração irá me perdoar?